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domingo, 13 de dezembro de 2009

DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO, COMO É BOM OLHAR TUDO ISSO !!!

Ano 2007. Data 13 de dezembro. Exatamente dois anos atrás começava a concretização de uma carreira que começou pequena e simples, mas pelo dom que o cara lá de cima dá pra algumas pessoas, tornou-se cada vez maior, mais obstinada e mais reconhecida.
Fica claro aqui, desde o início era um sonho e ainda permanece, e sonhos nao ferem pessoas, por mais que algumas se sintam assim. Sonhos nos fazem viver, e isso basta. O resta a gente resolve.
Nossos parabéns e nosso muito obrigado. E o que fica é a memória e os frutos que se colhe hoje.

Parabéns Reginaldo Ferragini Hair Institute !!!


domingo, 6 de dezembro de 2009

FEIJOADA DO BRAZIL?


Feijoada modernista
Em "Macunaíma", Mário de Andrade pintou a iguaria como síntese das identidades nacionais
CARLOS ALBERTO DÓRIA
Especial para a Folha São Paulo


Feijoada acaba com a gente. Por isso o dia é sábado, quando se pode jiboiar. Mas, dizem, foi inventada por escravos. O paradoxo: escravos trabalhavam de sol a sol, como criariam coisa indigesta por vontade própria?

Comiam mesmo o pão que o diabo amassou; não podiam contribuir para a dieta nacional. "Contribuição" supõe liberdade; sem ela não há criação literária ou culinária.

A feijoada deriva do "feijão gordo" enriquecido ao extremo, a ponto de se tornar prato único.

No final do século 18 carioca, a alimentação dos escravos estava lastreada em feijão preto, farinha de mandioca, laranjas e bananas; além das carnes secas ou toucinhos que os próprios negros podiam comprar com o produto da venda das suas hortaliças. A origem deve ter sido essa.

Mas, um século depois, ela ainda não era um "prato completo", segundo o folclorista Câmara Cascudo [1898-1986], que sugere que ela se difundiu como tal em hotéis e pensões. Foram os modernistas que projetaram a feijoada como prato nacional. Eles tinham necessidade enorme de novos signos para a brasilidade.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

DIRETO DOS ANDES: CEBICHE CLÁSSICO

Cebiche Clássico(1 porção)
- 180gr de robalo em cubos (ou linguado, garoupa)
- 140ml de suco de limão
- Pimenta dedo de moça picado
- Gengibre ralado
- 1 gr de alho ralado
- 60 gr de cebola em fatias finas e lavadas
- Coentro Picado
- Sal
- Batata doce cozida para acompanhar (suaviza a acidez do prato)
- Alface para decorar

Modo de fazerTemperar o robalo com sal, gengibre, alho, o suco de limão e o dedo de moça picado. Misturar bem para que o peixe absorva os sabores. Adicionar o coentro e continuar misturando. Colocar a cebola, misturar e servir imediatamente. Decorar com uma folha de alface.

La Mar Cebicheria PeruanaRua Tabapuã , 1410, Itaim Bibi - Tel.: (11) 3073-1213
Escrito por Marcelo Katsuki

sábado, 21 de novembro de 2009

GULOSEIMAS GELADAS


Tatiana Damberg é uma daquelas mulheres que pode se dizer, faz tudo, até filhos. Graduada em gastronomia e com um site bem interessante (http://www.mixirica.uol.com.br/), lançou recentemente o livro A PANELA AMARELA DE ALICE, onde da sua experiência em fazer guloseimas saudáveis aos seus pimpolhos, resolveu compartilhar essas receitas práticas e rápidas.



Aqui uma receita fácil de se fazer, e bem refrescante pras crianças nesse calor insuportável de São Carlos.
Anote e experiente.
PICOLÉ DE DAMASCO
--> 1/2 XÍCARA (CHÁ) DE DAMASCOS SECOS PICADOS
--> 1 XÍCARA (CHÁ) DE ÁGUA
--> 200 G DE IOGURTE INTEGRAL
Coloque o damasco picado e a água em uma panela. Cozinhe em fogo baixo até a água quase secar, sem deixar queimar. Se seu bebê já conseguir comer pedacinhos, junte a mistura diretamente ao iogurte, mas, caso contrário, bata o damasco antes de misturar.
Coloque a mistura em potinhos para picolé e congele.
Se preferir, troque o purê de damascos pela mesma quantidade de purê de outra fruta, seca (seguindo o mesmo preparo do damasco) ou fresca, sem cozinhar.
Também pode substituir os potinhos por copinhos descartáveis de café, e coloque meio palito de madeira. Com um colorido interessante, fica atrativo pra toda criançada.
(Fonte : Folha de São Paulo, quinta-feira, 19 de novembro de 2009, caderno Equilíbrio, p. 4)






domingo, 1 de novembro de 2009

MARCHONS, MARCHONS - BIQUINHO PRA COMER

A culinária francesa sempre teve fama de "metida"... E tudo por culpa da Catarina de Médici, uma italiana da classe nobre, que casou-se com Henrique 2º, rei da França (seu reinado foi de 1547 a 1559).A "dondoca" vinha de uma família superpoderosa de Florença e, quando arrumou as malas para a França, levou o batalhão de cozinheiros de sua corte com ela! Como os alimentos que existiam em um país nem sempre estavam à disposição no outro, os cozinheiros de Catarina tiveram que se virar com o que existia na França. E acabaram criando pratos deliciosos que formam uma parte do que é hoje a culinária francesa!
As coisas começaram a mudar no século 18, quando o cozinheiro francês Beauvilliers abriu, em 1765, um bouillon em Paris: nascia o primeiro restaurante! Hoje parece comum, mas um lugarzinho cheio de pequenas mesas cobertas com toalhas, onde não era preciso cozinhar, apenas comer (e pagar, é claro!), era uma idéia bem diferente!Foi um tremendo sucesso! E, entre 1790 e 1814, os grandes chefs que cozinhavam para os aristocratas passaram a abrir seus próprios negócios!
Para deixar a culinária francesa mais gostosa e sempre moderna, um grupo de cozinheiros criou, a partir da década de 1970, a nouvelle cuisine! "Xi, a cozinha francesa ficou mais metida ainda?". Não, na verdade, a idéia era deixar os pratos mais leves, com menos molhos, prepará-los com ingredientes fresquinhos e deixá-los com uma aparência natural!
Vários foram os chefs que contribuíram para a nouvelle cuisine, entre eles: Michel Guérard, Jean e Pierre Troisgros e Alain Chapel. Mas o nome mais lembrado é sempre o de Paul Bocuse (até no nome a gente tem que fazer biquinho)!
Hoje dá para perceber como a cozinha francesa foi importante até nas palavras que usamos, "emprestadas" do vocabulário francês: menu, filé mignon, vinagrete, glacê, chef e, é claro, restaurante!
Aliás, você sabia que a palavra restaurante vem do nome de uma casa de pasto (comida) inaugurada no ano de 1767, em Paris, que se chamava restaurant?
Quer ficar por dentro de algumas curiosidades sobre pratos franceses tão comuns no nosso dia-a-dia como a omelete e a mousse?
Diz uma lenda que, em uma das viagens do imperador Napoleão e seu exército para o sul da França, eles decidiram descansar uma noite perto da cidade de Bessieres. O dono de uma hospedaria preparou uma deliciosa omelete, que encantou o imperador francês. No dia seguinte, Napoleão ordenou aos pobres moradores que juntassem todos os ovos do vilarejo e preparassem uma superomelete para o seu exército!
Quanto à mousse... você sabia que a palavra mousse vem de um termo francês que significa "espumante"? Dá água na boca só de pensar em uma musse de chocolate bem geladinha, né? Pois agradeça à princesa espanhola Anne por ter apresentado o chocolate aos francese, quando se casou com o rei Luís 8º em 1615, contribuindo para o paladar de muitos franceses que eram loucos por doce!


Todo Ano Novo a história se repete: enquanto os adultos brindam a passagem do ano com champanhe, você bebe refrigerante, não é mesmo? Mas não pense que você está perdendo muito, pois sabe o que faz essa bebida ser especial? O gás! E isso o refrigerante tem de monte...
De uma maneira geral, o champanhe nada mais é do que um vinho com gás! Mas você sabe quem inventou essa bebida e como foi descoberto esse segredinho?

Dom Pierre Pérignon era um preparador de vinhos cego que vivia feliz na região francesa de Champagne, em 1695. Um belo dia, ele resolveu lacrar as garrafas com cortiça seca, em vez de usar as velhas tampas de madeira com fios de corda embebidos em óleo. Resultado: o gás produzido durante a fermentação do vinho que, geralmente, consegue escapulir pelos poros da madeira, ficou preso pela rolha de cortiça. E assim surgia a nova bebida!.
A produção do vinho gasoso foi aperfeiçoada quando resolveram colocar açúcar e fermentos na bebida.

Até hoje, somente o champanhe feito com uvas daquela região pode levar o nome de Champagne: todos os outros devem receber o nome de vinhos espumantes! (Fonte: Canal Kids)
E pra dar água na boca, um trecho do filme Maria Antonieta de Sofia Copolla, delicie-se :

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

DELÍCIAS

Verão chegando, e muita coisa boa vem junto. A gente resolveu inovar, e trazer também algumas receitinhas rápidas pra vc se divertir e não se torturar na cozinha nessa época quente do ano.
Corte o peito de frango, as salsichas e os pimentões em cubinhos

Coloque tudo em uma travessa e leve ao forno a 180º C durante 10 minutos. Depois, aumente a temperatura e deixe por mais cinco minutos. Retire do forno e deixe esfriar.

Arrume em espetinhos intercalando o frango e a salchicha com os pimentões e as uvas. Em cada extremidade, coloque um pedaço de bacon defumado.
Termine de cozinhar no forno ou na chapa, regando com o vinho branco e o óleo de coentro. Tempere com sal.
Leve ao fogo o mel com o vinagre balsâmico. Deixe ferver por alguns minutos até engrossar. Acrescente a mostarda e o creme de leite. Sirva em um recipiente separado.

Acompanhe os espetinhos com batatas refogadas com ervas finas. Complete o prato com um fio de óleo perfumado com ervas. Rende 4 porções.